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Rio Grande,03/03/2024

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Ique de la Rocha

A praça Tamandaré precisa de melhorias

Marginais roubaram o rabo do leão do monumento a Bento Gonçalves.

Não poupam nem o rabo do leão, que foi roubado.
A praça Tamandaré precisa de melhorias

Ique de la Rocha

 

A praça Tamandaré precisa de melhorias

Marginais roubaram o rabo do leão do monumento a Bento Gonçalves.

 

Nesses tempos de dinheiro curto um investimento mais acessível que a Prefeitura poderia e deveria fazer seria na praça Tamandaré.

Aquele logradouro sempre foi muito significativo para os rio-grandinos, que se orgulham de possuir a maior praça do interior do estado e ela se destaca não só em tamanho. No passado era um local de passeio obrigatório das famílias, tanto que a maioria dos mais antigos, que nem eu, tem fotos da infância tiradas na praça. Especialmente nos cavalinhos de madeira que os fotógrafos profissionais colocavam no entorno da estátua a Bento Gonçalves. Muitos da minha geração quando crianças também eram levados, pelos pais, avós ou responsáveis, para dar pão aos patos atrás do prédio que foi o Museu Oceanográfico, sede da Ures (União Rio-Grandina dos Estudantes Secundários) e, por último, a Casa do Artesão.

Os principais atrativos da praça Tamandaré eram o abrigo de ônibus, o coreto, o entorno do monumento-túmulo a Bento Gonçalves, a jaula dos macacos, a jaula da arara, do pavão e do tucano, o recanto infantil e o vendedor de candy americano na porta. Ainda no início da década de 1970 teve o mini-autódromo, construído pela Refinaria Ipiranga em apoio à iniciativa de Lúdio Porto Alegre, que na época adquiriu carrinhos, com motor e tudo, para as crianças pilotarem. Se não me engano, aqueles pequenos veículos, conversíveis e para duas pessoas, podiam chegar à velocidade de 60km/h (era essa a informação, mas acho que não deveria passar de 40km/h). Mas na praça não passavam, acho, dos 20km/h. Em cada veículo tinha um rapaz junto, além das duas crianças, para ajudar nas manobras e evitar as “barbeiragens”.

 

Área do mini-zoológico deveria ser melhor aproveitada

Hoje a praça mantém sua beleza, os lagos, as pontes, o chafariz frente ao prédio da antiga Beneficência Portuguesa, mas sofreu alguma alteração. O monumento a Tamandaré foi tirado, o mini-zoológico que havia (não eram apenas os macacos) não possui mais bicho algum, felizmente, e poucos ainda levam seus filhos no recanto infantil.

A praça não é mais tranquila como antigamente. Já faz tempos que as pessoas tem medo de cortar a praça depois que anoitece.

A Tamandaré ainda poderia ser melhor e mais bonita do que é. Frente ao recanto infantil existe um espaço privilegiado que por muitos anos serviu para abrigar o mini-zoológico. Poderia se criar um espaço para a prática de esportes ou manifestações culturais (se bem que estas últimas ficariam melhores no entorno do coreto). Seriam investimentos sem muito custo, mas que poderiam trazer mais gente para usufruir de nossa praça.

Enquanto nada é feito, a calçada que circunda a praça está se deteriorando e a Tamandaré, assim como o Calçadão e vários pontos da cidade está feia, sem nada que a embeleze.

 

O que faz a Guarda Municipal?

De vez em quando se vê um veículo da Guarda Municipal ou dos Agentes de Trânsito circulando no interior do logradouro, com o giroflex aceso. O que não tem sido suficiente para evitar a ação dos marginais. Tanto que roubaram até o rabo do Leão do monumento a Bento Gonçalves.

 

Perguntar não ofende

Não é uma questão de dinheiro, mas de auto-estima. Rio Grande vai ter decoração e festividade de Natal para entrar no clima natalino em alto astral, como já está fazendo a maioria dos municípios gaúchos?



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