FURG recebe Transpetro para debater Engenharia e IA para navios
Conversa parte da posição estratégica do território para a construção naval, bem como expertise da instituição na área
Foto: Hiago Reisdoerfer FURG Nesta quinta-feira, 9, a reitora Suzane Gonçalves; a pró-reitora de Inovação e Tecnologia da Informação, Silvia Botelho; e o diretor do Parque Científico e Tecnológico, Samuel Bonato; receberam representantes da Transpetro para debater ações na área de Engenharia e Inteligência Artificial para navios. A conversa parte do papel estratégico de Rio Grande na construção naval, aliado ao potencial da FURG em contribuir com sua capacidade instalada, inovação de ponta e recursos humanos qualificados.
Durante a reunião, a pró-reitora de Inovação e Tecnologia da Informação apresentou uma série de projetos e ações realizadas pela Universidade junto a parceiros associados à construção naval, logística e operação de navios. Além disso, também foram demonstrados modelos de articulação entre a Universidade e o setor produtivo por meio do ecossistema de inovação da FURG, que une centros de pesquisa e inovação, Parque Tecnológico e incubadora de base tecnológica.
De acordo com a reitora, momentos em que a instituição estabelece conexões com outros setores da sociedade são de extrema importância para a missão de uma universidade pública, que vai muito além da formação de profissionais e da produção de conhecimento. “Nosso compromisso é construir conexões que permitam transformar pesquisa em soluções concretas para os desafios da sociedade e do setor produtivo. Receber a Transpetro para esse diálogo reforça nossa disposição em estabelecer parcerias de longo prazo, capazes de impulsionar a inovação, fortalecer a indústria naval e gerar oportunidades não só de emprego para a região, mas também de fortalecimento do território como um todo”, destacou Suzane.
A aproximação entre a FURG e a Transpetro reforça um momento de retomada das perspectivas para a indústria naval em Rio Grande, setor que historicamente marcou o desenvolvimento econômico e social da região. Nesse contexto, a articulação entre Universidade, empresas e poder público amplia as condições para que esse novo ciclo seja sustentado pela inovação, pela formação de profissionais qualificados e pelo desenvolvimento tecnológico.








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