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Rio Grande,16/05/2026

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Prof. Marcelo Dutra da Silva

O Brasil no Fórum Econômico Mundial

O Brasil no Fórum Econômico Mundial

Coluna de Prof. Dr. Marcelo Dutra da Silva


Acabamos de ver a muito esperada participação do Brasil no World Economic Forum 2023, que se conclui neste último dia 20, em Davos, na suíça. Marina e Haddad foram muito precisos em suas falas e para quem acompanhou cada detalhe do Fórum pode perceber o quanto a participação brasileira era aguardada. Todos queriam saber o que tinham a dizer os novos ministros e que estratégias seriam implementadas pelo atual governo para debelar os estragos econômicos e de imagem deixados pelo governo Bolsonaro.

Haddad foi direto ao ponto e disse que estava lá para reafirmar a mensagem que o Brasil voltou e que quer crescer com responsabilidade social, fiscal e ambiental; que reconhece a importância destes temas para a comunidade internacional e que o presidente Lula os imbuiu, ele e Marina, de reapresentação do Brasil para o mundo com os mesmos compromissos históricos de outras ocasiões.

Marina destacou que há uma grande expectativa internacional quanto ao Brasil, por conta da grande contribuição do país em agendas internacionais do clima e da biodiversidade; que nos últimos anos o Brasil se colocou na condição de párea ambiental e agora o país se recoloca na condição de contribuir; que o presidente colocou a agenda ambiental no mais alto nível das prioridades, na lógica de uma política de clima transversal, que alcança todos os setores, ou seja, presente nas políticas de energia, de transporte, mobilidade, agricultura, na indústria...

De fato, a transversalidade é o que pode fazer diferença e como disse Marina “não vamos resolver os problemas relacionados a crise climática global se não houver uma ação transversal nas políticas e decisões de governos, nas empresas ou na sociedade”. E dessa forma, a sustentabilidade foi colocada em destaque em todas as suas dimensões ─ econômica, social, ambiental, política, institucional.

O Brasil se coloca para o mundo e resgata sua posição de protagonista ambiental com participação em falas importante. Fomos reapresentados para o mundo dentro de uma nova concepção de mercado, que valoriza a responsabilidade socioambiental, as melhores práticas e os princípios ESG (Environmental, Social and corporate Governance). Uma participação que também contou com a presença de governadores, inclusive do nosso governador Eduardo Leite, que destacou a necessidade de mostra.r que temos estabilidade política; que as instituições funcionam e que estamos preparados para receber investimentos.

Eduardo fez um excelente cartão de visitas em Davos, ao colocar o Estado na agenda de investimentos no campo da geração de energias limpas e renováveis, especialmente a geração do hidrogênio verde, que vem sendo falado no mundo inteiro. O RS tem mais de 80% de sua matriz energética renovável e o nosso potencial de energia limpa é gigantesco. Com toda certeza podemos despontar nesta área, atraindo investimentos e negócios relacionados a energia. De outra parte, com abundância energética é mais fácil de captar investimentos para a reindustrialização da economia e dar um verdadeiro salto de desenvolvimento. E se é bom para o RS, também é bom para o Brasil!




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