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Rio Grande,26/04/2026

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Apaixonado pela vida, pai e cantor: Tony Moah celebra quase 30 anos dedicados à música rio-grandina

Vocalista da Donna Brown, relembra trajetória de sucesso no começo dos anos 2000, com canções nas principais rádios do estado e entoadas em shows na região.


Apaixonado pela vida, pai e cantor: Tony Moah celebra quase 30 anos dedicados à música rio-grandina Guga Volks



Quando falamos sobre cultura e arte brasileira, é normal virarmos os holofotes para os principais polos nacionais, seja São Paulo, Rio de Janeiro ou Salvador, e acabamos esquecendo de observar nosso rico ecossistema cultural local. Pessoas que dedicam uma vida inteira às suas mais distintas demonstrações artísticas acabam sendo abafadas pelo televisionável ou o hit da internet. 



Nesse contexto, a cidade do Rio Grande aparece como um vale rico em cultura ainda pouco explorada e aproveitada. E neste vale, há quase 30 anos, uma figura se faz sempre presente entre os principais palcos de bares e festivais: o cantor Tony Moah.


Tony é vocalista da banda Donna Brown desde 2006 e entre shows com o grupo e sua carreira solo, traz aos palcos do Sul do estado o melhor de covers e composições originais recheadas de muito Soul, Funk, Black Music e Reggae. 


Paixão que surge na infância


O amor pela arte chegou aos ouvidos e ao coração do rio-grandino ainda na infância. Tony conta que aos 11 anos, apaixonado por canções, pediu para seu pai um presente inusitado que marcou aquele Feriado de Páscoa de 1990: “Ao invés de chocolates, pedi ao meu pai meu primeiro violão”. 


Desde então, o que surgiu como o desejo insistente de uma criança de aprender a tocar violão, tomou formas e destinos que o levaram cada vez mais ao encontro com os palcos.


No ano de 1997, aos 18 anos, chegaria a tão sonhada hora de poder realizar seu primeiro show ao vivo. Formada por colegas de escola, a banda de garagem Men Of Stone, a qual Tony Moah era guitarrista e compunha grande parte das canções originais, participou de um festival de bandas no Colégio Lemos Jr, o qual fez os estudantes poderem sentir pela primeira vez o que é estar em um palco mostrando seu som para o público.


A hora da consolidação


Em 1999, já distante da escola e com os tempos de Lemos Jr na memória, surge para Tony a primeira chance de experienciar ser o protagonista nos vocais e no violão em um grupo, com o surgimento da banda Duplo Vértice. 


O sucesso do grupo nas noites da cidade do Rio Grande prometeu aos artistas o momento perfeito para o lançamento de seus dois primeiros EPs com composições originais de Tony Moah.


Todavia, o auge da Duplo Vértice chegaria em 2002, com o lançamento pela gravadora curitibana, Jethro Songs, do álbum “Velhos Acordes Novas Canções”. Com melodias únicas da banda, o sucesso elevou o patamar dos rio-grandinos.


Tony Moah relembra a época com carinho, afirmando que a gravação e lançamento do disco, aliado ao sucesso que fez as canções tocarem nas principais rádios do Rio Grande do Sul e o público canta-las de cor nos shows, marcaram o ponto mais alto de sua carreira, sendo sua maior conquista profissional.


Novos Caminhos com a Donna Brown


Mesmo com o sucesso da Duplo Vértice no começo dos anos 2000, o destino levou Tony Moah até novos desafios, agora com a banda Prima Donna. 


Em 2006, surgiram as condições ideais para a gravação de um DVD Ao Vivo no bar Chalé do Porto. A obra contou com a participação especial do cantor rio-grandino Guilherme Bulla, que cantou junto à Prima Donna a canção “Tempos Modernos” de Lulu Santos.


2007 trouxe uma nova fase ao grupo, decididos pela opção de mudar o nome da banda, transformaram-se em Donna Brown, alcunha que carregam até hoje pelos bares e palcos do sul gaúcho com releituras dançantes de clássicos do Pop brasileiro e internacional.




Além das apresentações com a Donna Brown, Tony Moah também vive sua carreira solo, com o show Acoustic Soft Rock, conciliando as duas demonstrações artísticas.


Por trás dos palcos


Entre Duplo Vértice e Donna Brown, Tony teve a oportunidade de fazer a abertura de grandes shows do circuito cultural gaúcho e nacional como Papas da Língua, Nenhum de Nós, Ultramen, Bidê ou Balde, O Surto, Reação em Cadeia, Produto Nacional, Vera Loca e Nando Reis. Porém, a grande vitória não está em cima do palco, mas sim em frente à ele, assistindo na primeira fileira.


Casado há 7 anos, vive uma vida feliz e pacata junto à sua musa inspiradora Gabriela e suas duas filhas Mariana e Lívia, considerando-se, não só apaixonado pela família, como também pela vida e, claro, pela música.


Para ele, sua trajetória deixa um recado vívido de que nunca se deve desistir daquilo que é desejado: “Acreditem sempre, todos nós temos uma força intensa na busca dos sonhos! Não desistam”, completa.




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