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Rio Grande,29/08/2025

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Boletim aponta novo óbito por Síndrome Respiratória Aguda Grave no Rio Grande

Com as novas informações, aumenta para 44 o número de mortes registradas desde o início do ano


Boletim aponta novo óbito por Síndrome Respiratória Aguda Grave no Rio Grande Foto: Divulgação
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A Vigilância em Saúde do Rio Grande confirmou, nesta segunda-feira, 25, mais um óbito por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Com o registro, o município soma 44 mortes desde o início de 2025, segundo o boletim semanal referente à 34ª semana epidemiológica, encerrada no último sábado, 23. Em comparação com a semana anterior, houve um novo óbito.

Dos falecimentos registrados, 31 ocorreram em hospitais e 13 em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). A SRAG corresponde a casos de Síndrome Gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória e pode ter diferentes origens, como influenza, covid-19 e outros vírus respiratórios.

Em relação à vacinação contra a gripe, o município já aplicou 66.916 doses, o que representa 34,8% da população geral. Entre os idosos, a cobertura atinge 58,6%, enquanto nos grupos prioritários (gestantes, crianças de 6 meses a 6 anos incompletos, idosos e outros), o índice chega a 55,7%.

O boletim também apresenta dados sobre hospitalizações por SRAG no Estado, nos municípios da 3ª Coordenadoria Regional de Saúde e no Rio Grande, além da incidência dos vírus respiratórios. Entre os óbitos confirmados, a maioria foi classificada como SRAG não especificada (54,5%), seguida de casos relacionados à influenza (25%), rinovírus (11,4%), vírus sincicial respiratório  (VSR) (6,8%) e metapneumovírus (3,3%).

A Secretaria de Município da Saúde reforça que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção, reduzindo os riscos de complicações e óbitos por gripe. O imunizante segue disponível em todas as unidades de saúde da rede pública.

Estado de emergência

O Rio Grande permanece em estado de emergência em saúde pública, declarado pelo Decreto nº 21.852, devido ao aumento dos casos de SRAG e à superlotação nos serviços de saúde. A decisão foi tomada diante da elevação da demanda em emergências, da lotação acima da capacidade dos leitos hospitalares e da ausência de UTIs gerais, pediátricas e neonatais suficientes para suprir a necessidade atual, o que representa risco à assistência da população.

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