Após 15 anos, eleição do Sinpro/RS tem duas chapas
As votações, já abertas, se encerram na próxima quinta-feira, 30, às 22 horas. O resultado pode definir a continuidade de uma gestão que soma 25 anos ou o início de uma nova jornada para o sindicato.
Foto - Divulgação Após 15 anos de chapa única, a eleição do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS) é concorrida por duas chapas. As votações se iniciaram nesta terça-feira, 28, e se estendem até a próxima quinta-feira, 30, às 22 horas. A votação definirá a gestão do sindicato de 2026 a 2028.
A Chapa 1 busca a reeleição de sua gestão, que está à frente do sindicato há 25 anos. Em entrevista para O Litorâneo, a Diretora Regional do Rio Grande do Sinpro/RS, Fernanda Funchal, nos relatou as expectativas para a eleição, “a expectativa é de ampla participação da categoria nesse importante processo democrático. Temos hoje mais de 21 mil associados no estado do RS, a Chapa 1 acredita na democracia como princípio social, então entendemos a criação de uma chapa de oposição como um elemento próprio e natural da própria democracia. Acreditamos que a participação da categoria vai apontar o melhor projeto para os próximos 3 anos” e complementa “temos a certeza de que a categoria apontará a aprovação do trabalho já desenvolvido e confiamos que reafirmarão sua decisão para continuarmos, como Chapa 1”.
Por outra vista, a Chapa 2 é a novidade na eleição, surgindo como fato novo no Sinpro/RS. Em entrevista ao Litorâneo, o professor Felipe Ferraz Merino, membro da Chapa 2, falou sobre o processo democrático: “uma gestão a mais de 25 anos no poder é contra o princípio democrático da alternância de poder” e comentou sobre a concorrente, “a atual gestão não investe os recursos em benefício dos professores”.
A professora Maiara Gonçalves, também integrante da Chapa 2, relata sobre a importância da concorrência, “depois de tantos anos com uma única chapa, a existência de duas candidaturas mostra que há vitalidade, diversidade de ideias e vontade de contribuir com novos olhares e práticas” e completa, “O clima de concorrência é natural em qualquer eleição democrática. O que nos move é o compromisso com uma atuação sindical”.








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