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Rio Grande,18/04/2024

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Marisa Martins

Primeira História

Cada vez que se retorna à Tailândia, sempre é encontro. A primeira história com ela.


Primeira História

PRIMEIRA HISTÓRIA

Marisa Martins

aloha.marisah@gmail.com


Cada vez que se retorna à Tailândia, sempre é encontro. A primeira história com ela.


Gosto de contar histórias. De paisagens físicas e humanas. Às vezes, de meu próprio cenário. Um quase brincar de escrever. Sem aprofundamentos hermenêuticos. Mesmo que, por trás, existam  interpretações literais ou subjetivas. Ou juízos de valor.

Tailândia é assim: repleta de interpretações. No mapa de contextos pitorescos, talvez ofereça ela as maiores diversidades para emoldurar enredos.

Por aonde se ande, rode ou navegue, estará o inusitado. O contraste. Cidades, vilas. Rios, mares. Matas, rochedos. Templos, shoppings. Palácios, palafitas. Riqueza, miséria. Tsunamis, reconstrução.

Difícil optar por vivências naquele pedaço de sudeste asiático. Sempre restarão escaninhos a serem abertos. Guardam páginas em branco, para histórias a serem contadas. 

Não ficará em branco página do encontro com o Mar de Adaman, braço do Índico, navegando para o arquipélago das ilhas  Phi Phi.

Conhecia meandros continentais, a partir de Bangcoc, até a fronteira com Camboja. Metrópole, matas, e águas de rio. O entorno oceânico ficou à espera.

Ilha de Phuket. Reconstruída após tsunami de 2004. Do porto, barco ruma, em mar azul safira, em direção a Phi Phi Don. Ao Norte,    é a única ilha com estrutura urbana. Mas sem estradas. Só pela água se acessam hotéis e vilarejos.

Entardecer. Maré baixa deixa fundo de corais à vista. Embarcação fica ao largo. Impossível chegar na orla. Elegantes e decoradas canoas de fundo chato buscam bagagem e viajantes.

Em baixio troca-se canoa por espécie de carroça puxada por trator. Segurança uniformizada auxilia o transbordo. 

Na orla, cortina de matas e coqueiros, dezenas de canoas típicas longtail – rabo longo - construções por encostas. Se é entrada para o paraíso, estarei viva? Belisco-me, para crer real o que vivencio.

Sensação de planar num sonho, que durou todas as horas, todos  dias do retorno à Tailândia. 

Um encontro, outra vez. E esta, a primeira história com ela. Das muitas primeiras histórias...


P.S.: A terra Tai fascina com olhos de mil cores.


Foto: arquivo pessoal  




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