Daisy Soares
LUZ DA MANHÃ
Era de manhã
E, na janela,
Havia um facho de luz
A cruzar o ambiente,
Deixando a atmosfera quente.
Havia dois corpos nus
Numa surpresa inconsequente.
A luz atravessa a pele
E, na sua força, impele
A iniciar o dia.
Era a luz da janela
Que nos trazia
A novidade de acordar.
A vida trilha o caminho,
Em novidades rotineiras,
Em alegrias certeiras,
Em palavras amáveis e corriqueiras.
A linha do destino
Toca o infinito,
Neste minuto matutino,
Em teu sorriso bonito.





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