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Rio Grande,29/01/2026

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Pelotas promove evento em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans

A 2° edição do evento contou com performances artísticas, roda de conversa, troca de experiências e atividades culturais e formativas


Pelotas promove evento em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans Foto: Divulgação

Na quinta-feira, 29, o Brasil celebrou o Dia Nacional da Visibilidade Trans, reforçando o orgulho e resistência da comunidade. Em alusão a essa importante data, a Secretaria de Política para as Mulheres de Pelotas promoveu um evento aberto para a população, contando uma roda de conversa inclusiva, a “Secretaria em Azul e Rosa”, na sede da pasta, localizada na rua Dom Pedro II, 813, às 14h de quarta-feira, 28. 


O encontro teve uma programação diversificada, contando com performances artísticas, roda de conversa, troca de experiências e atividades culturais e formativas. O evento reuniu representantes da comunidade LGBTQIAPN+ como protagonistas, promovendo um espaço de escuta, acolhimento e fortalecimento de pautas.


Para Marcia Monks Jaekel, ativista LGBTQIAPN+, representante do INAMUR (Instituto Nacional de Mulheres Redesignadas) e integrante da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), todos os dias são de luta para quem nasce em um corpo divergente do gênero.


"O Dia da Visibilidade Trans é uma oportunidade de reverberarmos a importância dos direitos de igualdade e sobre os desafios enfrentados pela população trans e para celebrar as conquistas. Porém, não é somente um dia de comemoração, é dia de lembrar a sociedade heterocisnormativa que nós continuamos lutando e estamos ocupando espaços de poder, que não estamos mais às margens”, declarou. 

A roda de conversa foi a atividade central do encontro, tendo como objetivo ampliar o debate sobre direitos, cidadania, políticas públicas, respeito à diversidade e combate à transfobia, fortalecendo ações de inclusão e contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, plural e democrática.


A iniciativa também teve como papel reforçar a importância da memória e da luta contra a violência, preconceito e a transfobia, levando em consideração os altos índices de crime de ódio no Brasil contra a população trans. Além disso, o espaço serviu para a divulgação do Centro de Referência de Atendimento da Mulher em Situação de Violência Professora Cláudia Pinho Hartleben (Cram), que também atende mulheres trans.

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