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Rio Grande,03/03/2024

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Portos do Paraná marca presença no 31º Congresso Latino-Americano do setor

Foram discutidas políticas públicas para promover o crescimento dos portos como a Nova Ferroeste, Moegão, a ampliação dos calados e o arrendamento de áreas portuárias


Portos do Paraná marca presença no 31º Congresso Latino-Americano do setor Foto: Divulgação

O diretor de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, Victor Kengo, palestrou nesta quarta-feira (06) no 31º Congresso Latino-Americano de Portos, organizado anualmente pela Delegação Latino-Americana da Associação Americana de Autoridades Portuárias (AAPA). O diretor foi um dos destaques da sessão geral, realizada na Colômbia, sobre a importância da implementação de políticas públicas eficazes para fomentar o crescimento e o desenvolvimento dos portos na América Latina.

Além do diretor, esteve presente no debate a diretora e coordenadora geral de Portos e Marina Mercante do México, Maria Marisa Abarca; e o ministro gerente da Empresa Portuária Nacional de Honduras, Carlos Arturo Bueso Chinchilla. O diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira, também acompanhou o evento.

O diretor explicou as ações realizadas de acordo com os três acessos aos portos paranaenses: terrestre, aquaviário e terminais. Para o acesso terrestre, além das concessões rodoviárias que estão sendo realizadas no Estado, existe o projeto que vem sendo realizado pelo Governo do Estado do Paraná, por meio da Nova Ferroeste.

Atualmente, o Estado tem uma malha ferroviária de aproximadamente 2,4 mil quilômetros de ferrovia e, com esse projeto, será conectado o estado do Mato Grosso do Sul, Foz do Iguaçu até a Portos do Paraná. “Para isso, a autoridade portuária realizará a maior obra pública portuária do país, o Moegão, que visa o aumento da capacidade de recepção ferroviária dos terminais do Corredor de Exportação Leste. O projeto busca equalizar a balança de movimentação entre rodoviário e ferroviário, para sermos ainda mais produtivos, diminuindo o custo logístico de todas as operações”, explicou o diretor.

Outro ponto importante abordado foi a questão do calado, que é a profundidade entre o ponto mais baixo da quilha (peça que fortalece a estrutura da embarcação) até a linha d’água. Atualmente, Paranaguá tem um calado operacional de 12,8 metros. Com o projeto atual para concessão do Canal de Acesso Aquaviário ao Porto de Paranaguá, busca-se atrair R$ 1 bilhão em investimentos. O diretor explica que, “desta maneira, conquistaremos 15 metros e meio de calado, que nos permitirá receber navios maiores, mais pesados e com maior produtividade”.

Em relação aos terminais, a Portos do Paraná é destaque nacional: foi a primeira autoridade portuária autorizada pelo governo federal, desde 2019, a ter o convênio de delegação para arrendamento de áreas. “Isto nos gerou muita eficiência e mais agilidade nos processos, além de atrair as empresas privadas para investir nas áreas arrendadas, visando a modernização dos terminais e expansão dos berços de atracação. Como autoridade portuária, precisamos estar sempre de olho e atentos ao mercado, para ver para qual caminho vamos seguir”, finalizou o diretor.

Sobre o Congresso

O Congresso Latino-Americano de Portos, organizado anualmente pela Delegação Latino-Americana da Associação Americana de Autoridades Portuárias (AAPA), atrai os principais participantes do setor marítimo latino-americano e internacional. Anualmente, mais de 400 líderes portuários, representantes de empresas e especialistas internacionais participam da conferência. Este ano o evento abordou os desafios recentes para os portos, como a digitalização, a transição energética, as mudanças climáticas e as consequências para os portos e o setor marítimo.

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