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Rio Grande,18/04/2024

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Marisa Martins

CASSINO – Amor à primeira vista

Cassino – amei-o pela paz cariciosa de velas ao vento nas vagonetas dos fascinantes molhes...


CASSINO – Amor à primeira vista

CASSINO – Amor à primeira vista


Marisa Martins

aloha.marisah@gmail.com



Cassino – amei-o pela paz cariciosa de velas ao vento nas vagonetas  dos fascinantes molhes...


Encontrei-me com o Cassino, manhã de inverno, névoa prateada, gaivotas bailando sobre ondas quebrando na areia. Amor à primeira vista.


Amei-o, pela imensidão de sua orla, pela ternura das dunas, pela paz cariciosa das velas ao vento nas vagonetas dos molhes, obra fascinante e única.


Amei-o, pelo verde bucolismo da avenida Rio Grande, pela sensação de retorno a algum lugar do passado, onde pessoas compartilhavam espaços de felicidade, sem pressa.


Amei-o, pela beleza de tantas arquiteturas preservadas, guardando a história como um tesouro, sem medo de conviver com modernas ousadias de estilos.


Amei-o, pelo cheiro bom exalando de casas de pães, de doces, de restaurantes, quiosques, pizzarias, carrocinhas de churros, waffles, de pipocas.


Amei-o, pela liberdade de sentar-se à sombra de eucaliptos, para um mate, ou à beira da calçada, sob toldos ou guarda-sóis, vendo colorida gente que passa, e nos passos imprime e traça, desenhos de alegria. 


Amei-o, pela ecumênica religiosidade, que eleva espíritos, na igrejinha de fé católica, ou nas oferendas a Iemanjá, rainha das águas.  


Amei-o, por me colocar à disposição, a tepidez gratuita de suas infinitas areias, sem cobrar dízimo por espaços.

Amei-o, porque me acolheu, vinda de outras terras, com a simplicidade dos bons, em Feira do Livro, para noite de autógrafo e, por anos, no Jornal Cassino.

Como não amar a quem nos acolhe, com braços carregados de beleza, de aconchego, de afeto? Como não amar a quem nos faz sentir bem-vinda?

Amei o Cassino desde o primeiro encontro. Amo-o a cada reencontro. E o amarei sempre. 

Não se esquece um amor à primeira vista...


P.S.: Esta declaração de amor celebra os 134 anos do Cassino, em 26 de janeiro. Tenho certeza de que inesquecível amigo rio-grandino, Jayme Copstein, assina comigo.


Foto: Jucelena L. Garcia




         



 





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